Não corra atrás das borboletas. Cuide do seu jardim e aguarde elas chegarem até você.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Perda de memória
Fechei os olhos, ouvi o silencio.
*Breu.
Acordei em um hospital, não sabia bem ao certo onde estava.. apenas via paredes brancas, não mais escuras e apertadas. Dessa vez era um grande quarto, com aparelhos ligados ao meu corpo e sentia no momento que minha cabeça estava estourando! Olhei ao redor e alguém que parecia que gostava muito de mim, chamou a enfermeira que veio correndo, já me examinando e todos da sala sorrindo. Vários rostos desconhecidos dizendo para eu me acalmar que tudo ficaria bem. Não estava entendendo nada! Antes eu estava presa num buraco escuro e agora estava cheia de regalias num hospital que aparentava ser de boa qualidade. O médico me examinou, me chamou pelo nome de Gabriela. Não me lembrava do meu nome, não me lembrava de nada. Falei que estava sentindo muita dor de cabeça e uma senhora pegou a minha mão e disse que eu estaria bem em poucos dias, ela me chamou de filha. Aquela era a minha mãe? Todos repararam que estava estranhando tudo aquilo, um rapaz novo perguntou se eu me lembrava dele, pensei por momentos e sabia que aquele rosto não me era estranho. Fiquei sem responder e de repente o médico mandou que todos se retirassem do quarto e começou uma correria de novas enfermeiras entrando e as pessoas que pareciam ser da minha família saindo sem saber o que estava acontecendo, todos olhando pra mim com a preocupação estampada na cara.
Os medicos vieram fazendo um milhão de testes, eu perguntando o que tava acontecendo, expliquei que não conhecia nenhuma daquelas pessoas que estavam no quarto.
Bom, o que eles puderam me dizer era que eu tinha sofrido um acidente de bicicleta e batido a cabeça no chão. Tinha vindo pro hospital com traumatismo e que fiquei em coma durante 2 dias, descobri que o buraco onde eu estava não passava da minha imaginação. Eu sabia que minha vida não era muito boa, eu queria continuar no buraco. Pelo menos agora eu teria que recomeçar essa vida e tentar ser feliz!
Medo. Insegurança. Revolta. Medo.
Era apenas isso que passava por minha cabeça.
Só queria ser feliz!
~ Carolina Schmidt
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Não quero acreditar!
Mas machucar um coração e depois dizer que estava bebado é realmente muito fácil. Você queria fugir dos seus problemas e me usou para descarregar toda a culpa. Ingratidão. Porque quem te carregou até sua casa, quem te colocou debaixo de um chuveiro frio, quem fez cafezinho no outro dia de manhã fui eu.
Fui eu que agi novamente como a idiota da vez, fui eu que se preocupou com você o resto da semana, que não conseguiu pregar os olhos durante a noite e que simplesmente não respira se você não estiver bem.
Sou eu quem está disponivel no segundo que quiser, antes mesmo de pensar, já estou pronta para você usar e abusar quando quiser, o tanto que quiser. Eu realmente não sei como a situação foi parar onde está. Sei que você se aproveitou como outro qualquer e não como o cara que eu pensei que poderia ser. Eu te amo tanto, tanto que acho ser capaz de qualquer coisa para ver um sorrisinho pequeno que seja saindo dos seus lábios por mim. Queria o poder de ler mentes para um segundo sequer, saber se você pensa com carinho em mim.
Me pisa, me maltrata e entre beijos diz que gosta de mim. Nunca um eu te amo, mas pra mim isso basta, uma migalha do seu amor já é o bastante.
Uma migalha da sua noite, um beijo entre milhões copos de cerveja.
Um abraço mesmo que seja para te carregar inconsciente.
Isso pra mim é tudo. Com esses jestos de desprezo sei que no fundo você não me odeia, sei que pode me amar um dia. Se eu continuar te cuidando e estando perto, posso ter o seu amor.
Mas minhas esperanças estão cada vez menores, vejo você olhando pra outras garotas quando está comigo e minhas amigas já me deram um toque sobre você.
Não quero abrir os olhos.. quero fingir que tudo está bem e que seu fingimento é da boca pra fora. Quero acreditar no futuro, não é possivel que você nunca vai me amar..
Será que terá coragem? Não é possivel!
Palavra de vida!*
Um momento de dicernimento pode transformar toda uma junção de coisas, todo um grupo de vidas.
Palavras de vidas.. quantas delas estão espalhadas pelo ar, flutuando como plumas, sem rumo, sem destino, sem um dono para usá-las.
Uma frase que te defina, uma ação que te cure de um mal maior que todo o seu motivo de existir... Como é tudo isso?
Alguém que com toda a certeza possa afirmar que tenha uma palavra de vida, me conte como se faz. / tbm qero aprender!*
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Sozinha

terça-feira, 9 de novembro de 2010
Ana e seu dilema
Nunca senti isso de verdade.. tive sim uns romances que mexeram comigo, mas nada que me fizesse realmente me entregar. Alguns desses romances me machucaram muito e acho que ainda não conheci o amor por medo, vergonha e até mesmo premonições. Sim, premonições de que nada dê certo, porque sei que ainda não estou preparada pra isso. Dizem que quando eu me apaixonar de verdade, eu vou esquecer do mundo, de toda a minha vida, dos amigos.. mas eu não acho que seria assim, porque jamais abriria mão de sair com minhas amigas.
Só acho que essa pessoa está demorando pra aparecer, também.. eu vivo num círculo vicioso. Tinha que sair mais, conhecer gente nova, porque desse jeito fica dificil conhecer alguém bacana. As pessoas adoram se intrometer na vida da gente, algumas delas me disseram que eu não consigo enchergar meu verdadeiro amor, que ele pode estar na minha cara e só eu não enchergo. Por um lado, até acho que elas podem estar certas, sei de caras que demostram gostar de verdade de mim há algum tempo, mas eu não quero iludir ninguém, muito menos me entregar a uma pessoa que não sinto nada além de um carinho especial de uma amizade. Vejo ao meu redor vários casais apaixonados, rindo à toa e fico imaginado como deve ser isso, como pode
uma pessoa ficar tão cega de amor assim? Um dia quero descobrir isso, mas queria que durasse pra vida toda, porque uma simples paixão me fez tão mal quando acabou, imagina um amor de verdade? Não quero nem imaginar, só queria realmente conhecer alguém que me desperte esse sentimento divino. Espero que ele chegue quando eu estiver mais preparada, mais madura, porque atualmente eu não saberia lidar com ele e mais uma vez estragaria tudo. Um dia..
*Ana
Mudança
Essa insegurança que vem com toda força, me obrigando a me atirar ao mar.. sem uma bóia, sem um apoio pequeno que seja. Deveria ser destemida, forte, segura.. mas dever não chega perto de ser e isso eu nunca serei. Nasci insegura, vivo assim e pra mim uma mudança exige força de vontade, por agora não pretendo mudar, não pretendo ser outra pessoa que tem máscaras e que para chegar à sua verdadeira personalidade é necessário tirar várias e várias delas.
Prefiro ser eu mesma, com meu jeito meigo e delicado demais. Prefiro ser intensa assim do jeito que sou, que chora, se decepciona. Não quero ter que esperar exatamente nada das pessoas para não me decepcionar mais uma vez. Quero me entregar sim, porque daí se não der certo.. fodas!
Eu terei uma pequena porcentagem de ajuda propria para me reerguer e não precisarei de mãos falsas estendidas na minha cara. Queria apenas de pessoas verdadeiras, sinceras e que pudessem ter o mínimo de sentimento exposto. Que não usassem desfarces para conquistar alguma coisa que julguem importantes. Queria aceitar que o que mereço está do meu lado e que não devo me rastejar, ajoelhar, muito menos implorar a amizade ou a compreensão de alguém. Eu gastei todas as minhas forças para chegar à essas conclusões e hoje sinto meus pedaços no chão. Mas nada melhor do que o tempo para me ajudar a juntar esses caquinhos.
Carol
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
.momentos.
Um momento de perguntas sem respostas, doloroso e que a única coisa reconfortante é saber que tudo passa, e que assim como momentos bons passam, esse ruim também vai passar. E tudo voltará ao normal... mas ai vem uma pergunta: o que seria o normal?
Porque momentos em que temos muitos amigos ao redor, sem problemas e discussões na familia, em que vivemos um lindo amor e estamos completamente felizes não é normal.. isso é felicidade, e não aprendemos nada felizes. Só curtimos o momento.
Aprendemos de verdade tendo paciencia perante os problemas e crescendo com eles.
Só acho que esses momentos deveriam passar rápido, o que não acontece na vida da gente!
=(
~ C.
As vezes
- As vezes me pergunto se você ainda pensa em mim, ou se sou uma pagina virada.
- As vezes tenho pena de tudo ter terminado assim. Se é que chegou ao fim.
- As vezes tenho medo de que você me esqueça, ou de que volte atras e se arrependa de como me fez sofrer.
- As vezes faço de tudo para te esquecer por um segundo.
- As vezes tento não morrer por sua falta, ou não viver com falsas esperanças.
- As vezes penso que nunca vou conseguir me lembrar de você sem uma lágrima nos olhos.
- As vezes tenho a imprenssão de que você ainda me ama, ou que pensa em mim de vez enquando que seja.
- As vezes me olho no espelho e lembro de quando não era só eu e sim nós dois.
- As vezes tenho raiva de tudo que você me fez, mas ao mesmo tempo, me lembro das coisas boas que fizemos juntos.
- As vezes faço a torta doce nem salgada que criamos, que tinha o nome do nosso relacionamento: compreensão de puro amor.
- As vezes rio sozinha de pensar como o amor nos deixa bobos e como eu não queria esconder isso de ninguém.
- As vezes não hesito em chorar ao me lembrar de nós dois, porque guardar tudo o que eu sinto não me fará bem.
- As vezes sinto sua presença.
- As vezes quero te ter comigo, ou te ter por muito longe.
- As vezes tento esquecer as coisas más que aconteceram e pensar somente nos momentos felizes.
Mas isso alimenta meu amor por você e o que queria de verdade era uma simples conversa definitiva. Para saber se nós dois ainda possa existir. Sim, nós dois, porque pra mim aceitar que a nossa história acabou é a coisa mais dificil que me aconteceu até hoje.
Eu detesto o amor, justamente por isso, pelo final que nunca é feliz como nos contos de fadas. Descobrir essa dor que não pára sequer um minuto é novo pra mim e ainda não sei lidar com ela. Sei que não quero mais senti-lá, quero você aqui comigo. Por favor, diga que nossa história não acabou e que seremos muito felizes, que montaremos nossa linda família, que compraremos nossa casa e conheceremos a tão sonhada felicidade.
~ Carolina Schmidt.
sábado, 30 de outubro de 2010
Triste história real
~ Carol
Surpresa ou destino?
~ Carolina
domingo, 24 de outubro de 2010
Amor platônico
~ Carolina
domingo, 17 de outubro de 2010
Fuga

~ Carolina
sábado, 16 de outubro de 2010
Começo, meio e fim?
Já sabia que:
- Você é o cara mais perfeito que eu conheço;
- É impossível te esquecer;
- Me decepcionaria quando tudo acabasse;
- Sinto o seu vazio em mim;
- Tudo que aconteceu entre nós foi puro.
Controvérsias, não?
Mas resolvi me arriscar, me entregar com meus 30% e descobrir no que tudo isso daria. Se teria um final felizes para sempre, tinha certeza que não, mas do mesmo jeito eu queria provar, queria sentir essa propaganda toda, queria te olhar com segundas intenções, queria poder te abraçar, te beijar. Poisé, isso tudo virou realidade, meio que descobri que não passava de uma aventura de adolescente. Não me machuquei com tudo isso, pois queria a mesma coisa que você. Queria curtir, dançar, beijar, me divertir um pouco, afinal minha vida não é apenas de seriedade. Ainda bem que me arrependo apenas das coisas que não faço, porque isso tudo foi uma experiencia única, sei que poucas moças da minha idade teria essa oportunidade que agarrei com unhas e dentes. Se não tivesse encarado essa situação de frente, com certeza teria me arrependido. Mas a nossa história já tinha passado do ínicio, da conquista, também pelo meio, a hora de viver os sonhos e era a vez do fim. Como seria, não fazia a mínima ideia, como ainda estou na fase de transição de períodos, não sei como será, se continuaremos a mesma coisa de antes ou se perdi mais um amigo. Sei que imagino como seria esse fim, se realmente está na hora ou se estou me precipitando demais, queria que isso não acabasse pra falar a verdade. Não queria que isso tornasse uma coisa séria, mas também não queria colocar um ponto final. Queria te ver uma vez no mês, você viver sua vida e eu a minha, mas isso vai contra todos os meus principios, vai contra tudo que penso e não seria legal, me setiria uma pessoa reserva, que só serve para dar prazer e nada de amor e nada de sentimento de verdade. Uma puta que estaria sempre a sua disposição, quando quisesse era só me ligar. É acho que minha vontade vai além disso, seria melhor terminar e encarar o fim de cabeça erguida do que me passar por isso. O problema é saber lidar com esse fim e esperar ele chegar com o tempo, porque eu não vou abrir mão de você, muito menos você de mim. É assim? Por mim tudo bem, vou te curtir até achar que estamos desviando do bom caminho. Se é que existe um bom caminho!
~ Carolina S.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Pesadelo
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Subliminar
é um gesto comum na sociedade, com a falta de importancia.
é um modo de fuga dos problemas e da convivencia com as pessoas.
é falta de coragem.
é simplesmente a nossa consciencia agindo sem estar presente.
SE É QUE TUDO ISSO É POSSÍVEL!
domingo, 10 de outubro de 2010
Mudança de planos
Tenho arrepios de me ver num canto, isolada. Tenho dó de ter que tentar me divertir só, com um copo de bebida e som alto de musicas que nem gosto o tanto que aparento. Tenho raiva dessa solidão e por mim, mataria qualquer um que ouse me consolar. Não preciso da piedade de ninguem, só do apoio físico, da presença, de um carinho ou até mesmo de um simples oi. Desse oi que quase me mata, mesmo. Cheguei a um ponto em que isso basta. Pode ser um beijo de afeto, de amizade ou mesmo de amor. Quer dizer que pra te apoiar, te dar carinho eu sirvo.. mas quando eu preciso realmente da sua ajuda você some como mágica? Cansei.. cansei de tudo isso, de estar sempre presente pro que precisar, estar sempre me preocupando e te dando todo amor que existe no meu coração e você não me dar a mínima bola! Me cansei de ser seu brinquedinho, na qual você pode jogar de lado, se entreter com outras coisas, com brinquedos mais legais e quando se lembrar, brincar de novo comigo! Me cansei dessa sua falta de coragem, de saber a hora de dizer sim ou não. Cansei desse seu jeito fofo de me tratar, pois sei que pelas costas, você consegue dizer coisas horriveis sobre mim. Cansei e mudei. Mudei a aparência física e íntima. Visual novo e atitudes novas, cresci para o mundo, aprendendo a lidar com tipos de pessoas como você, sem me magoar e sem te magoar. Não é ignorar, é apenas um novo perfil de mim mesma. Apenas cresci e aprendi! Me baseando em pessoas ao meu redor ou simplesmente criando meu próprio jeito novo de ser. Isso me dá forças e vontades de seguir em frente, de destruir tudo ou curar tudo. Um medo de que isso não dê certo sempre tem, mas é só fazer com que ele apareça pouquíssimo e jamais colocá-lo em primeiro lugar. Se essas mudanças derem errado, espero contar com todos para me re-erguer e tentar ser melhor de um outro jeito.
~ Schmidt*
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Primeiro texto pessoal
~ Carolina
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Com meus principios acima de tudo, é claro! Não vou passar da conta, só viver mesmo.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Beijos não são contratos...
Beijos que nos fazem sair do sonho e entrar na realidade, descobrir que bons beijos não seguram uma relação e não curam uma dor. Beijos não te fazem feliz, só trazem momentos alegres. Beijos te deixam mais sensível em relação ao mundo e ao toque. Mas beijos não são contratos e não garantem a felicidade eterna, por mais que sejam bons, só poderão assinar um contrato de fidelidade em que se esforcem ao máximo pra fazer o outro feliz se ambas as partes quiserem, se ambos quiserem ter uma vida que vai além de curtição, e sim se amar até o fim. Sem saber que o fim pode chegar o mais rápido que quiserem.
Enfim, beijos não são contratos e isso me parece muito vago e meio desrespeitoso. Mas infelizmente terei que concordar com o William Shakespeare!
~ Carolina
domingo, 3 de outubro de 2010
Qualquer coisa
~ Carolina Schmidt
sábado, 2 de outubro de 2010
Novidade
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Ana diz:
Trabalho que define a verdadeira personalidade da pessoa.
Agenda que apresentam suas responsabilidades.
Celular o meio mais comum de comunicação.
Urso de pelúcia mostra como é o intimo do individuo. Simples?
Abajur que guia os pensamentos a luz, para assim construir atitudes boas.
Caixas de som, para não morrer diante de tanta complicação. Apenas uma distração.
Mesa é onde se apoia para rir ou chorar se não tiver alguém de confiança por perto.
~ Fotografia. Apenas um hobby escondido e apaixonante. Esse segredo demonstra orgulho? Dizem que tudo que queremos esconder por medo de interpretações dos outros é orgulho sim. Acredito não ser o caso da maioria, mas os poucos existem.
~ Mostrar que tudo isso faz parte de um show em que apresento sem expectadores e muito menos sem aplausos. Mas é isso que constrói o carater.
~ Vencer nunca é o melhor, apenas ter a consciencia limpa de que o que você faz não atrapalha ninguém. Não magoa, nem alegra. É apático!
* Ana.
domingo, 26 de setembro de 2010
Mocinha...
o vento levando seus cabelos pra trás e seus olhos reluzentes com o sol de meio dia.
aquela mocinha de cintura fina e sequinha, coitada!
mas que os homenzinhos da rua adoravam.
sempre com um jeitinho de andar.
sempre com flores no cabelo
e sempre com seus vestidos romanticos.
ela andava pensando que tudo podia,
o tempo passava e aquela mocinha queria apenas andar sem rumo
andava dia, andava noite.
apenas descobrir o seu verdadeiro caminho era o que queria.
queria tudo, sabia tudo.
almejava sempre o melhor,
sempre no seu caminho teria tudo.
ela cantarolava e desviava das pequenas folhas do chao.
olhava para o céu, abria os braços.
ela me contou que queria viver.
viver do melhor jeito que imaginava poder.
queria apenas aproveitar o infinito de coisas que tinha para fazer e pensar.
ela dançava sem se importar com o que se passava na cabeça dos outros
ela cheirava as pequenas rosas da D. Geralda
e queria apenas se entregar ao mundo!'
~ Carolina Schmidt
sábado, 25 de setembro de 2010
Primeiro sentimento não descoberto
Sempre sem palavras para descrever que esse sentimento ainda não foi encontrado por qualquer pessoa no mundo.
~ Carolina Schmidt
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Medos
Meu medo é de que você me use, me ache fácil demais e mesmo tente fazer com que eu me sinta mal por isso.
Meu medo é que você faça de mim, um brinquedo para esquecer seu verdadeiro amor.
Meu medo maior é de que toda a imagem que você se fez passar seja apenas uma imagem.. que nada do que me prometeu seja verdade.
Meu medo é do dia-a-dia, de nossa amizade ir pro espaço como se ela não mais existisse.
Meu medo é de que você se canse do peso que é uma pessoa menor de idade, com restrições e limitações.
Meu medo é de que tudo isso seja uma imaginação e que nada do que sonho, possa se realizar.
Meu medo é como eu conseguirei destruir sua vida no seu grupinho de amigos, se eles souberem, como vão agir com você e comigo, como vão agir com nós dois juntos..
Meu medo é de que cada palavra sua seja apenas uma dessas cantadas que por incrivel que pareça funcionam com todas as mulheres.
Mas o meu maior medo é de que tudo entre nós dê certo! De que nossos corpos não consigam mais viver separados, que nossos lábios não consigam mais se desgrudar e que nossos corações se apaixonem e vivam acelerados por toda a eternidade. Se é que a paixão realmente existe, meu medo é de que ela me encontre, e encontre voce também. E se esse romance continuar e continuar e continuar... até eu descobrir que você me traiu e toda a nossa paixão sumir. Eu vou sofrer. E você?
Esses são meus medos. Aposto que você não tem nenhum, sempre um rapaz seguro de si, que quer aproveitar a vida independente das circunstancias.
~ Carolina Schmidt
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Aventura!
Aventura que me mata e me desanda! Me leva pra longe, pra conhecer meu outro lado, pra me conhecer como uma adulta! Esse anjo queria me apresentar uma vida nova, uma vida de riscos e tensão.. Uma vida que sempre sonhei, arriscada demais para uma certinha como eu!
Como isso é bacana, me sentia no direito de não sentir saudade de dar um beijo apenas quando se estava realmente apaixonada. Me sentia no direito de me entregar sem saber se aquilo daria certo, ou se eu queria que desse. Não consigo entender como meu corpo havia mudado, como meu coração estava acelerado e minhas pernas tremiam. Eu finalmete descobri que existem outras formas de sentir isso sem ser pelo amor. Eu detesto o amor e sinto falta desses sentimentos, não queria que eles fossem duradouros, queria que fossem como hj.
Como uma aventura de adolescente!
~ Carolina Schmidt
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Reencontro
~ Carolina Schmidt
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Hora e Lugar
- Tia, você me ajuda a escolhar o gugute?
O que mais me estranhou foi quando a mulher se apresentou um pouco estressada com tantos pedidos do garotinho. A poucos segundos ela estava doce e carinhosa demais, eu sabia que alí tinha coisa. Será que eu estava encarando a cena demais? Ela devia ter percebido ou coisa parecida. A moça pegou a mãozinha do garotinho e o levou para escolher o tal iorgute. Eu parei de olhar e fui me dirigindo a servente da padaria para que ela fatiasse mortadela pra mim. Percebi que os dois estavam andando até o pão e eu corri também para pegar o meu, queria ficar um pouco mais perto para ouvir a conversa. Ela ia dizendo:
- Rick, você tem que falar que gostou de mim pro pessoal do ACA pra gente passar mais tempo juntos, tá bom?
Ele confirmou com a cabeça. Eu fingi que não havia escutado e não resisti:
- Que criança linda! É seu filho?
A moça que me parecia muito gentil até então puxou a mão d pequenino, virou a cara e saiu.
Fiquei encabulada com essa hstória toda. Acho que eles não queriam ser incomodados e eu não fazia a mínima ideia do que era a tal ACA e muito menos todo o misterio que rodeava essa história. De uma coisa eu tinha certeza: o menino não era filho da moça, que era jovem demais e não tinha o porquê de ter essa atitude ridicula. Terminei de pegar o meu pão e um suco de frutas, fui direto pro caixa pagar e caminhar até minha casa. Não conseguia tirar a cena da minha cabeça. Nunca tinha visto os dois no bairro, era 08:00 da manhã e ainda por cima em pleno domingo. Queria muito saber o que acontecera de verdade, pelo menos serviu de liçao pra minha curiosidade, quem sabe assim eu não paro de me meter onde não sou chamada? Cheguei em casa, comi meu pão com mortadela e já ia me preparar para assistir Fórmula 1, assim eu conseguiria desviar meu pensamento.
~ A semana se passou e ia na padaria todos os dias no mesmo horário para ver se encontrava aquela dupla novamente. Nada. Resolvi olhar na internet esse tal de ACA, mas nem achei nada.
Passados um mês, andando pela rua do lado oposto á padaria, os encontrei. Corri pra conversar com a moça e consegui alcançá-los.
- Moça, você me desculpa se fui muito invasiva na sua vida.
Ela se dirigiu a mim com um sorriso, pegou o menino no colo, deu um belo beijo no rosto dele e disse:
- Agora sim o Rick é meu filho. Eu é que fui muito idiota aquele dia, a senhora me descupa?
Nossa, ela me chamou de senhora. Será que tá tão na cara assim?
- Ah, que bom, eu achei vocês muito simpáticos.
ela colocou o menino no chão, deu um tapinha na bundinha dele e mandou ele ir brincar na pracinha que tinha logo na esquina.
- É que nós estavamos num processo muito delicado, sabe? Ele perdeu os pais e não tinha ninguém. Eu estava lutando pela guarda dele, me encantei assim que o vi pela primeira vez.
- Nossa, me desculpe, se você não quiser falar sobre isso, tudo bem.
- Não, não, quero falar sim. - ela disse me parecendo muito sincera.- É que eu consegui a guarda dele anteontem e você não sabe o quanto estou feliz.
Nós conversamos por um longo tempo e realmente percebi que ela não conversou comigo aquele dia, porque estava precisando se auto conhecer melhor e estava com os nervos à flor da pele. É por isso que depois desse dia, passei a entender os problemas das pessoas melhor, ví que tudo tem sua hora e seu lugar para acontecer. Aquele dia eu vi que era isso que tinha que acontecer e ponto final.
~ Carolina Schmidt
Realização
~* Carolina Schmidt
Recomeço
Deveria ter insistido e conseguido consertar meu lindo e amado blog. Fazer o que, né?
Meu medo de estragar 'a vida de ana' não permitiu que eu tentasse consertar novamente.
¬¬'
Nosso interior é muito mais forte que agente. E é por isso que eu comecei a escrever de novo!
~* C.Schmidt